MS faz alerta de segurança para IE 6, 7 e 8

SÃO PAULO - Por meio de seu site, a Microsoft alertou esta semana a respeito de uma vulnerabilidade que poderia afetar usuários do navegador Internet Explorer 6, 7 e 8.
A empresa liberou um Security Advisory (2488013), alertando que o problema pode acontecer caso o internauta visite um site que hospede algum código malicioso.
Até o momento, segundo a empresa, o impacto da vulnerabilidade é limitado e não há registros de consumidores afetados, ou outro tio de ataque.
Quem utiliza IE7 e 8 nos Windows Vista ou 7 já possui uma proteção extra contra possíveis problemas. Segundo a MS, o Internet Explorer Protected Mode, presente nessas versões do browser, alerta os usuários antes de permitir que algum software se instale, rode ou modifique informações sensíveis.
Embora tenha divulgado o alerta, e esteja trabalhando para criar uma atualização de segurança, a Microsoft afirma que esta falha não atende aos critérios de “emergência” para que haja o adiantamento de uma liberação.
Uma das medidas tomadas, no momento, é o Processo de Resposta a Incidentes de Segurança (Software Security Incident Response Process), que está divulgando informações por meio de seu programa Microsoft Active Protections Program (MAPP). Com seus 70 parceiros globais, a empresa está monitorando a ameaça e tomando providências contra sites maliciosos que tentem explorar a vulnerabilidade.
Até que alguma atualização seja liberada, a MS diz que encojada os usuários a seguir as instruções do "Protect Your Computer", realizar os updates de software e instalar anti-vírus e anti-spyware. Outro pedido da empresa é que se habilite a ferramenta EMET. As instruções estão no site da empresa. 

Por: Paula Rothman, de INFO Online

Read Users' Comments (0)

Skype deve lançar serviço de videochamada

O famoso serviço de comunicação on-line Skype deve anunciar que trará sua ferramenta de videochamada para o iPhone na CES (Consumer Eletronics Show), que ocorre entre 6 e 9 de janeiro em Las Vegas. As informações são do TechRadar.
Os rumores começaram após um usuário do serviço ter dito que viu um documento relacionado ao assunto publicado equivocadamente pela empresa. 




Videochamada do Skype para computadores; recurso deve chegar em breve à versão para iPhone         

De acordo com outro blog de tecnologia, o Engadget, funcionários do Skype têm dito que haverá diversos anúncios relacionados a vídeo na CES. Representantes da empresa devem falar no evento durante um painel sobre videochamadas.
Os rumores tratam apenas do iPhone --não existem notícias de lançamentos parecidos para plataformas como Android ou BlackBerry.

Fonte: Folha de São Paulo

Read Users' Comments (0)

Limpe a RAM e agilize o PC


O CleanMem é um aplicativo para o usuários que possuem pouca RAM no PC ou que, em certos momentos, precisam dar uma aliviada para a realização de algum trabalho mais pesado.
O aplicativo não possui a presunção de deixar o usuário por dentro de diversas informações sobre sua memória física. Seu funcionamento é bem simples e o mini mostrador, que pode ser exibido o tempo todo, mostra apenas o essencial para o CleanMem.
Ali, o usuário pode ficar de olho em quanto da memória está ocupada. Caso Seja necessário aliviar o consumo, um simples clique no botão do mostrador inicia uma limpeza rápida em arquivos que estiverem ocupando a RAM.
Baixe o CleanMem do Downloads INFO.

Read Users' Comments (0)

Microsoft encerra programa anti-pirataria para Office

Segundo representante da empresa, os objetivos da ação foram atingidos; senha para ativar o software ainda é necessária para a ativação.
 
A Microsoft descontinuou, na última semana, seu programa anti-pirataria para Office, que checava a legitimidade da cópia utilizada pelo usuário. O motivo, segundo um representante da empresa, é que os propósitos da ação foram completados.
Chamado de Vantagens do Office Genuíno (OGA, na sigla em inglês), o programa funcionou da versão XP da suíte de escritório até a 2007. Em 2006, a Microsoft restringiu o download de complementos aos usuários de cópias legítimas e, em 2007, passou a pedir uma senha de ativação àqueles que requisitassem certas atualizações.
Já em 2008, em uma medida mais ousada, passou a notificar os usuários de versões piratas para que estes adquirissem uma cópia legal do software.
A gigante se negou a dar mais explicações sobre o fim do OGA. De acordo com uma porta-voz, a companhia continua “comprometida em sua luta contra a pirataria e novos investimentos já estariam sendo feitos de modo a melhorar a interação com clientes e ajudar as vítimas de fraudes”.

História e polêmicas
 
O histórico do programa anti-pirataria da Microsoft é cheio de controversas, e alvo de constantes reclamações dos usuários.
Em junho de 2006, a empresa enfureceu milhões de clientes do XP ao convencê-los a instalar o update Vantagens do Windows Genuíno (WGA, na sigla em inglês), classificado como de “alta prioridade” - isso quando tudo não foi feito automaticamente. Uma no depois, uma falha no servidor fez com que milhares de usuários tivessem suas cópias do SO erroneamente apontadas como falsas.
Tal incidente gerou um processo contra a empresa, no qual era acusada de enganar os usuários com o WGA, a partir do Windows Update. O caso só foi encerrado em fevereiro deste ano, quando os delatores e a Microsoft entraram em acordo.

Medidas persistem
 
Mesmo com o fim do OGA, os usuários do Office ainda precisam inserir uma senha de 25 caracteres para ativar o software, logo após a sua instalação. Essa prática existe desde o Office 2000 e é usada tanto na versão para Windows, quanto para Mac OS X.
Enquanto não for ativada, a cópia fica em “modo de funcionalidade reduzida”, em que, além ter certos recursos bloqueados, um alerta é frequentemente mostrado sobre a importância de cadastrar o software.

Por Computerworld/US

Read Users' Comments (0)

Brasileiro cofundador do Facebook conta como conheceu dono do site

Dois "nerds" desenturmados em Harvard uniram-se para tentar aumentar suas chances com as garotas e, quase por acidente, acabaram criando uma das maiores empresas do mundo. O fenômeno era a rede de relacionamentos Facebook, que não para de crescer e atrair usuários.
Divulgação
Cena do filme "A Rede Social"; história baseada em livro revela os jogos de poder por trás da criação e sucesso do site Facebook
Cena do filme "A Rede Social"; história baseada em livro revela os jogos de poder por trás da criação e sucesso do site Facebook
A história de suas vidas foi investigada por Ben Mezrich, autor de dez livros, e deu origem ao livro "Bilionários por Acaso: A Criação do Facebook, uma História de Sexo, Dinheiro, Genialidade e Traição", publicado pela editora Intrínseca.
Mezrich realizou dezenas de entrevistas e analisou milhares de documentos, entre eles processos judiciais, para remontar a história das mais jovens pessoas a serem milionárias. A trajetória, recontada no livro, deu origem ao filme "A Rede Social", de David Fincher ("Clube da Luta"), que liderou as bilheterias norte-americanas em sua estreia.
Exceto pelos nomes publicamente conhecidos, o autor modificou identidades para manter a privacidade. Como entrevistou muitos envolvidos, algumas versões de histórias contadas divergem entre si. Na apresentação do livro, Mezrich lembra ainda, que Mark Zuckerberg, o homem por trás do Facebook, recusou-se a falar.
Um deles, Eduardo Saverin, foi de grande ajuda para Ben escrever a obra, tendo grande parte de seu ponto de vista relatado. Co-fundador do site, Saverin é brasileiro e era o melhor amigo de Zuckerberg. Dispensado pelo sócio quando não era mais necessário, sentiu-se traído e processou a empresa que ajudou a criar. 

Leia abaixo trecho do livro "Bilionários por Acaso" sobre o encontro dos dois "nerds":
*

Siga a Livraria da Folha no Twitter

Era um lugar assustador, especialmente para um garoto como Eduardo. Ele não era pobre - havia passado a maior parte de sua infância entre comunidades de classe média alta no Brasil e em Miami antes de se matricular em Harvard -, mas sentia que o tipo de opulência do Velho Mundo que a sala representava lhe era completamente estranha. Mesmo com o álcool, Eduardo perceberia suas inseguranças remoendo as profundezas de seu estômago. Ele se imaginou mais uma vez como um calouro, pisando pela primeira vez o pátio de Harvard, pensando o que diabos estava fazendo ali e como poderia fazer parte de um lugar como aquele. Como ele poderia fazer parte de um lugar como aquele?
Ele se inclinou na soleira, analisando a multidão de jovens que enchiam a maior parte daquele salão cavernoso. Uma turba, de verdade, que se amontoava ao redor dos bares improvisados que haviam sido instalados especialmente para aquele evento. Os próprios bares eram muito malfeitos - mesas de madeira que não passavam de meras tábuas, completamente fora de sintonia em um ambiente tão austero -, mas ninguém sequer notava, pois eles eram coordenados pelas únicas garotas no lugar; loiras peitudas parecidas umas com as outras vestindo tops pretos e curtos, trazidas de alguma faculdade local só para mulheres a fim de atender aquele bando de garotos.
O bando era, de muitas formas, mais assustador que o local. Eduardo não poderia dizer com certeza, mas achava que havia cerca de duas centenas deles - todos homens, todos vestidos com ternos escuros parecidos. A maior parte era do segundo ano; uma mistura de todas as raças, mas havia algo muito comum em todos os rostos - os sorrisos pareciam muito mais seguros do que o de Eduardo, havia confiança naqueles duzentos pares de olhos -, eles não estavam acostumados a serem postos à prova. Eles eram dali. Para a maioria deles, essa festa - e esse lugar - era só uma formalidade. Eduardo respirou fundo, e fez uma leve careta ao inalar o ar poluído. As cinzas da fogueira lá fora aos poucos atravessavam as cortinas, mas ele sequer se moveu de onde estava, pelo menos não por enquanto. Ainda não estava pronto.
(...)
Ele estava de volta à festa caribenha, em todos os detalhes. Lembrava como o reggae ressoava nas paredes, o som da bateria ferindo seus ouvidos. Lembrava-se do gosto do ponche de rum, das garotas de biquíni florido.
Lembrou até do garoto de cabelo enroladinho que estava no canto da sala, a poucos metros de onde ele encontrava-se agora, observando seu avanço, tentando arrumar coragem para aproveitar sua deixa e aproximar-se de um dos veteranos do Phoenix antes que fosse tarde demais. Mas o garoto nunca saiu de seu canto; na verdade, sua capacidade para se sabotar era tão palpável, que parecia agir como um campo de força, criando uma área ao seu redor que funcionava como um magnetismo às avessas, que fazia com que ninguém sequer passasse perto dele.
Eduardo sentiu certa pena na hora - porque ele havia reconhecido o tal garoto de cabelo enroladinho, e porque não havia jeito de aquele cara entrar no Phoenix. Um garoto como ele não tinha como se dar bem em nenhum dos Clubes Finais - sabe Deus que diabos ele estava fazendo naquela festa. Harvard tem inúmeros nichos para garotos desse tipo; laboratórios de computação, clubes de xadrez, dúzias de organizações underground e provedores de hobbies para qualquer tipo de interesse social imaginável. Bastou um relance para Eduardo perceber que, obviamente, aquele garoto sequer sabia como funcionava a rede de relacionamentos sociais que se deve criar para chegar a um clube como o Phoenix.
Mas naquela hora, como agora, Eduardo estava muito ocupado atrás de seu sonho para perder tempo pensando em um garoto esquisito no canto da sala.
Certamente, ele não tinha como saber, nem antes nem então, que aquele garoto com o cabelo enroladinho viraria do avesso todo o conceito de rede de relacionamentos sociais - que um dia aquele garoto com o cabelo enroladinho que tentava entrar nas primeiras festas da faculdade mudaria mais a vida de Eduardo que qualquer Clube Final.

Read Users' Comments (0)

"Vilões" do comércio virtual podem prejudicar suas compras



Os internautas experientes devem conhecer bem o roteiro para comprar com tranquilidade. Mas, além das dicas básicas, como usar sites seguros, comparar preços e verificar prazo de entrega, há o cuidado com um "vilão" relativamente novo: o Chrome.
No site Reclame Aqui (reclameaqui.com.br), destinado a resoluções de queixas de compras on-line, o navegador do Google tem gerado reações negativas por armazenar logins e senhas.
"Algumas pessoas usam o Chrome na LAN house, não deslogam, e aí o login fica registrado. Aí vem outro usuário, abre o browser, e ele pode usar aquela conta de forma indevida. Nunca deixe de dar logoff em qualquer site", explica o diretor do Reclame Aqui, Maurício Vargas.
A dica da assistente de direção do Procon-SP, Valéria Cunha, é usar computadores em um ambiente privado e não compartilhado. "Aconselho até evitar o uso de Wi-Fi, que propicia a captação de dados", sugere.
No entanto, a maior queixa no Natal continua sendo o atraso na entrega. O "remédio" mais recomendado continua sendo antecipar a compra ao máximo.
Segundo Vargas, 2010 foi o primeiro ano em que os portais de compras superaram as telefônicas em número de queixas no Reclame Aqui. "Todas as grandes lojas atrasam, pois contam com o mesmo fornecedor, as mesmas empresas de distribuição e os Correios", afirma.
Mesmo assim, os grandes sites ainda são os mais indicados devido à estrutura maior de entrega. Para lojas virtuais menores --que também lançam boas ofertas e são vistas em comparadores de preços como o Buscapé (www.buscape.com.br) e o Shopping UOL (shopping.uol.com.br)-- o cuidado deve ser redobrado.
Desconfie das ofertas muito abaixo do mercado, ou que dão descontos grandes em compras à vista. "São recorrentes os casos em que a loja some e a pessoa física responsável não é mais localizada", adverte Valéria.

MÁRCIO PADRÃO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Read Users' Comments (0)

Desfragmente o disco com o Smart Defrag


O IObitSmart Defrag 2, ainda em sua versão beta, é uma alternativa ao desfragmentador de discos do próprio Windows. O visual do programa é bem bacana e simples. Segue o visual mais tradicional de desfragmentadores, com quadradinhos representando a distribuição dos arquivos no HD.
Como não só de visual se faz o programa, o Smart Defrag apresenta algumas funcionalidades bacanas, como desfragmentação automático do disco e de suas partições e a desfragmentação durante o boot. Em ambas opções, o usuário pode escolher quais partições devem sofrer as desfragmentações.
Com o programa aberto, o usuário pode obter mais informações sobre a desfragmentação automática e a durante o boot. Outra aba possibilita que mais informações sobre a desfrgamentação recente possam ser visualizadas: arquivos fragmentados e porcentagem da fragmentação.

Read Users' Comments (0)

Novo Chrome deixa dúvidas sobre sua velocidade


Embora a versão "canário" seja mais rápida, testes com o navegador identificaram diferentes velocidades em seu desempenho.

Apesar da mais recente versão do Chrome provar que é mais rápida que as edições anteriores, não são  todos os benchmarks JavaScript que mostram um desempenho tão superior, de acordo com testes da Computerworld norte-americana.
Na terça-feira (7/12), a Google divulgou uma nova tecnologia de otimização para o browser, chamada de “Crankshaft”, que foi adicionada ao mecanismo de renderização Javascript do navegador.
De acordo com os engenheiros da Google,  ela melhora em 50% os resultados do Chrome no V8 bechmark suite. "Desde que lançamos o Chrome, em 2008, esta é a evolução mais significativa em termos de desempenho", disseram Kevin Millikin e Florian Schneider, em um post para o blog Chromium, na terça-feira. 
Para os testes, a Computerworld avaliou algumas versões do Chrome. Todas foram analisadas três vezes e classificadas de acordo com a média dos resultados obtidos.
Com o V8, em um PC rodando Windows Vista, a versão "canário" do navegador, que é a mais recente e mais instável, foi 40,5% mais rápida que a última edição "dev", e 43,5% mais rápida que a atual edição "estável", sendo que as duas últimas não utilizam o Crankshaft.
A "canário" foi classificada como a edição 10 do browser, enquanto as edições "dev" e "estável", como as versões 9 e 8, respectivamente.
Outros testes
A versão "canário" também apresentou progressos no quesito velocidade, no Kraken -  benchmark JavaScript desenvolvido pela Mozilla -, sendo seu desempenho 55,3% superior ao do Chorme 9 e 51,2% melhor que o Chrome 8.
Em uma terceira suíte benchmark, porém, o novo browser obteve um desempenho abaixo do esperado. Segundo os resultados do SunSpider, a edição atual foi apenas 2,2% melhor que a “dev” e apenas 3,5% superior que a última versão "estável".
Millikin e Schneider também explicaram os pequenos ganhos no SunSpider na terça-feira.
"A ideia (com o Crankshaft) é otimizar códigos que são freqüentemente executados. Por disso, benchmarks que analisam apenas os milésimos de segundo, como o SunSpider, mostrarão poucas melhorias", comentaram eles.
Nos testes com o V8, o Chrome "canário" foi duas vezes mais rápido que o atual Firefox 4 beta e que o Opera Software Opera 11 preview. Em comparação com o Internet Explorer 9 beta (IE9), ele foi aproximadamente cinco vezes mais rápido.
Os usuários podem baixar a versão "canário" do Chrome, clicando aqui. Por enquanto, ela está disponível apenas para a plataforma Windows.
(Gregg Keizer)

Read Users' Comments (0)

Até 30 mil PCs foram usados para derrubar sites da PayPal, Visa e MasterCard

Os representantes do grupo anônimo Operação Payback assumiram a autoria pelos ataques direcionados aos dois portais.

O site do PayPal foi atingido na noite de ontem (8) pelo ataque de duas botnets, relacionadas à ação de ativistas online contra empresas que bloquearam seus serviços ao Wikileaks.
“Eles recrutaram voluntários que colocaram à disposição suas máquinas para lançar ataques de negação de serviço (DDoS). Máquinas infectadas também estão sendo utilizadas pelo grupo", disse o pesquisador de ameaças na web Sean Paul Correll, da empresa de segurança Panda Security.
"Hoje observamos que mais de 3 mil computadores nessa botnet voluntária foram utilizados, mas também temos conhecimento de outra com mais de 30 mil máquinas", comentou ele.
Durante a tarde de ontem, o website Paypal.com esteve for do ar por algumas horas. Entretanto, na manhã desta quinta-feira (9/12), o site já voltou a normalidade. "Ocorreram muitas tentativas de ataques DDoS ao site paypal.com durante essa semana", declarou o porta-voz Anuj Nayal. "Os ataques prejudicaram a velocidade do site por um curto período, mas não impactaram significativamente nos processos de pagamento”.
Esta não é a primeira vez que a empresa é vítima de ativistas pró-Wikileaks. No final da última semana, o blog da companhia já havia sido alvo de iniciativas semelhantes, o que derrubou a página por algumas horas. Diferentemente da Visa e do MasterCard, o PayPal depende do funcionamento de seu site, já que os clientes necessitam dele para suas negociações.
Outro serviço de pagamentos afetado foi o SecureCode da MasterCard, que ontem também apresentou problemas, segundo o porta-voz da empresa James Issokson. "Tivemos alguns imprevistos operacionais que já foram solucionados", disse Issokson.
Acredita-se que os servidores do MasterCard podem ter recursos compartilhados com o sistema SecureCode. Em um comunicado da instituição, publicado no blog Securetrading, ela declarou que a falha foi resultado de um erro no servidor.
(Robert McMillan)

Read Users' Comments (0)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Saraiva